(c) da foto: http://www.ruralea.com/casa-do-alentejo-lisboa/
sexta-feira, 19 de maio de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Small formats | Pequenos formatos
Quercus suber; 3H; 26; Hospitais
30 x 40 cm | 11.81'' x 15.75''
Oil on canvas | Óleo s. tela
Olea europaea; 3H; 1; Barrocal
30 x 40 cm | 11.81'' x 15.75''
Oil on canvas | Óleo s. tela
Local:
Montemor-o-Novo, Portugal
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Quercus suber; 3H; 25; Murganhos
Quercus suber; 3H; 25; Murganhos
50 x 60 cm
19.69'' x 23.62''
I decided to keep in high contrast the chiaroscuro. #oilpainting #corktree#landscapeDecidi manter em alto contraste o claro escuro. #pinturaaoleo #sobreiro#paisagem
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Pintura de Emanuel Almeida
O pintor Emanuel Almeida, meu colega da FBAUL, vai realizar uma exposição individual no centro de documentação do edifício central do Município
de Lisboa de 14 a 27 de Fevereiro, e estas são 9 das 11 obras que vão estar
expostas.
Segue o texto que escrevi para o seu catálogo:
Lisboa, a ode Atlântica
“E eu era parte de toda a gente
que partia.
A minha alma era parte do lenço
com que aquela rapariga acenava
Da janela afastando-se de
comboio...”
Nas palavras que dão início à
segunda ode de Álvaro de Campos, escutamos os sons e os gestos de quem se
afasta em viagem. De quem fica e vê partir. Lisboa tem esse encanto para
Emanuel Almeida, dali parte e para ali regressa. Assim o fez Fernando Pessoa,
assim o fez Luís Vaz de Camões.
Pintar Lisboa tem para este pintor
o fascínio do gesto e do movimento que se cristalizam na sempre luz única das
ruas, dos elétricos. No seu gesto rápido Emanuel prepara a sua viagem pessoal.
Tem o tempo todo para o fugaz flagrante de um momento. É o cheiro da cidade
condensado num gesto, numa pincelada.
No alto do seu trono criativo, o
Pintor, o Poeta, o Escritor desce a vertigem da história que quer pintar,
declamar, narrar. A narrativa da pintura de Emanuel Almeida transforma a cidade
num momento vertiginoso e paradoxalmente calmo, como um refúgio. O azul e o
amarelo ocre complementam-se em gestos gráficos e expressivos, mas também em
planos de conteúdo pictórico dinâmico. Como reverberações de luz exaladas da
parede, do chão, do estridente amarelo do elétrico. Eça de Queiroz chamava-lhe
o “Americano” que Carlos da Maia e o Ega tentavam apanhar no final da narrativa
d’ “Os Maias”.
Depois da Luz atlântica com que
nos brindou em 2013, Emanuel Almeida oferece-nos agora a sua ode.
Manuel Casa Brancasegunda-feira, 22 de agosto de 2016
Falésia da Arrifana - The Cliffs at Arrifana
Praia da Arrifana, Falésia Norte, Portugal
Arrifana Beach, North Cliff, Portugal
Arrifana Beach, North Cliff, Portugal
Óleo sobre tela - Oil on canvas
15 x 65 cm
5.91'' x 25.59''
5.91'' x 25.59''
terça-feira, 2 de agosto de 2016
sábado, 9 de julho de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Vitis vinifera; 2H;1; Santa Margarida
Vitis vinifera; 2H; 1; Santa Margarida
Oil on canvas - Óleo sobre tela
50 x 160 cm
19.69'' x 62.99''
19.69'' x 62.99''
2014-2016
Subscrever:
Mensagens (Atom)










